Participações Especiais

Em nosso 35º Congresso já temos as seguintes participações confirmadas:

Grupo Rio

Grupo Rlio (2)O grupo nasceu de forma natural, impulsionado pela paixão por música de câmara e motivado pela boa convivência entre os cinco músicos, bem como pela competência inegável de cada um em seu instrumento.
Formado pelos músicos Luiz Felipe Ferreira (violino), Rafael Fonseca (violino), Franco Gioia (viola), Cicelle Alexandre (violoncelo) e Anne Amberget (piano/teclado), o Grupo Rio atua em recepções, vernissages, cerimônias de casamento, música ambiente para confraternizações e outros eventos em geral.
Apesar de tocarem instrumentos clássicos, temos, em nosso repertório, grande variedade de músicas populares, sacras, clássicas e religiosas contemporâneas.
Eles participarão em nosso 35º Congresso na sexta-feira à noite.

 

Quarteto Gileade – Goiania, GO
gileade3A história do grupo teve início com os primos Jabes, Marcos e Elias que, ainda adolescentes, já cantavam no coral Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Rio Verde (GO). Com o desejo de formar um quarteto se uniram a Nivaldo. Influenciados por alguns cantores e até mesmo por alguns quartetos, como o Quarteto Alfa e o americano Cathedrals, os jovens decidiram colocar em prática o desejo que ardia em seus corações.
Logo veio a necessidade de escolherem um nome para o Quarteto e, diante de muitos propostos, escolheram um de significado bonito e importante, na certeza da aprovação de Deus: “GILEADE”. Inspiração vinda dos Montes de Gileade, onde era extraído o Bálsamo de mesmo nome e que significa unção, cura, saúde… “Vitória”.
Eles participarão em nosso 35º Congresso no sábado à tarde, às 14h.

 

Camerata (Coro e Orquestra) da Igreja Batista da Liberdade – São Paulo
CamerataO Coro Camerata é resultado da visão e do trabalho do Mt. Donaldo, então recém-chegado à LIBER para exercer o Ministério de Música, idealizou e organizou esse coro, em junho de 1986, com propósito definido.
Do repertório do Camerata fazem parte músicas daquelas que nos deixam com saudade daquilo que ainda não conhecemos completamente, porém, um dia, conheceremos e usufruiremos. Talvez por isso é que Aldous Huxley disse: “Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música”. E aí está a música sacra, porque ela é de natureza divina, celeste; fala à alma e nos eleva acima da própria música, na condição de canal de Deus para encantar e sensibilizar os ouvidos e os corações.
Eles participarão em nosso 35º Congresso no sábado à noite.

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